VIVEIRO DA AIPA
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ALGUMAS ESPÉCIES
(em construção)


   

O VIVEIRO DA AIPA


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Viveiro da AIPA


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VIVEIRO DA AIPA - COMO GERMINOU A IDÉIA


Visita ao viveiro da AIPA
    Em dez anos anos de viveiro da AIPA, podem se contabilizar:

  • Mais de um milhão de mudas produzidas e fornecidas na região.
  • Cerca de cem diferentes espécies cultivadas - quase todas brasileiras.
  • Conhecimento científico acumulado sobre o melhor modo de cultivar espécies nativas brasileiras.
  • Teste de alguns métodos e materiais alternativos, mais baratos e ecológicos.
    (passe o mouse, para conhecer uma tela de sombreamento de mudas alternativa)

HISTÓRICO DO VIVEIRO

O sonho de fazer o viveiro de mudas nativas da AIPA - que serviriam para regenerar áreas degradadas e arborizar cidades - nasceu junto com a associação, que teve, desde o início, a proposta de trazer de volta a fauna nativa do cerrado ituano, regenerando para este fim as áreas degradadas na região.

Mas a concretização da idéia ocorreu só em 1991, quando o Unibanco Ecologia abraçou a idéia de apoiar a instalação deste um viveiro em Itu. No final de 1993, a proposta passou a receber o apoio também do Lateinamerika-Zentrum e da União Européia, que estabeleceram parceria o Unibanco Ecologia.

O acordo foi selado com um evento na sede da AIPA, em Itu, onde participaram o então embaixador da União Européia no Brasil, o presidente do Conselho Diretor do Unibanco, autoridades de Itu e do Estado de São Paulo.

Além de produzir e distribuir mudas na região (clique aqui para conferir as espécies produzidas nos primeiros 5 anos), o viveiro passou a receber visitas de grupos ecológicos interessados em reproduzir a proposta e aprender a tecnologia adquirida. Também, por vários anos, recebeu estagiários de engenharia florestal da Universidade Federal do Paraíba.

A partir de 1989, o viveiro da AIPA passou a buscar a sustentabilidade, através da venda de mudas por preços subsidiados, oferecendo sempre mais de 30 espécies de árvores nativas. Além disso, continuou servindo como multiplicador, recebendo visitas de grupos interessados. Fez parte desta busca, um acordo com a Flora Natureza, de Itu, que revendia parte das mudas.

No entanto, em nova avaliação, em 2004, concluiu-se pela desativação (pelo menos temporariamente), já que houve uma multiplicação de viveiros que distribuem espécies nativas, hoje muito mais fáceis de serem encontradas também em floriculturas. E o objetivo da AIPA não é comercial...



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ESPÉCIES PRODUZIDAS NOS PRIMEIROS CINCO ANOS




Em fins de 1996, quando o viveiro da AIPA completou 5 anos, a Associação realizou um estudo, coordenado pelo Engenheiro Florestal Rinaldo Augusto Orlandi, do qual extraimos as seguintes informações:
  • 69 espécies foram produzidas durante um ou dois anos
  • 25 espécies foram produzidas por três anos ou mais
  • Esta experiência proporcionou um raro conhecimento sobre como multiplicar a espécie num viveiro

 
ESPÉCIES PRODUZIDAS NOS PRIMEIROS 5 ANOS
A Angico, Aldrago, Ameixa*, Amendoim Bravo, Amoreira*, Angico Branco, Araçá vermelho, Araribá Rosa, Aroeira do Sertão, Aroeira Pimenteira, Aroeira Salsa
BBarbatimão, Buriti
C Cabreúva, Cabreúva Vermelha, Cadan*, Caju, Canafístula, Capinxingui, Cássia (ou Falso barbatimão), Cássia do nordeste, Cássia Imperial ou Chuva de ouro, Cássia mimosa, Cedro, Cerejeira rajada, Chapéu de sol*, Cinamomo (ou Santa Bárbara), Copaíba, Coração de Negro
EEmbaúba, Espatódia**
FFlamboyant*, Flor de coral
G Genipapo, Goiaba, Grevilha*, Guapuruvu, Guaraná, Guarantã, Guatambu, Guatambu do cerrado
I Imbiruçu, Ipê amarelo A, Ipê amarelo B, Ipê amarelo do cerrado, Ipê felpudo, Ipê rosa, Ipê roxo
JJacarandá da Bahia, Jacarandá do campo, Jacarandá mimoso, Jambo, Jangada brava, Jatobá, Jequitibá branco, Jequitibá vermelho, Jerivá, Jurema preta com espinho, Jurema preta sem espinho
LLeucena*, Louro pardo
MMirindiba, Monjoleiro, Mulungu suinã, Murta
O Olho de cabra, Olho de dragão
PPaineira rosa, Pau brasil, Pau d'alho, Pau ferro, Pau marfim, Pau pólvora, Pau terra, Peroba poca, Peroba rosa, Peixeira, Pinheiro do Paraná ou Araucária, Pitanga
QQuaresmeira
SSabiá, Saguaragi, Sangra d'água, Sapucaia, Sibipiruna (ou falso pau-brasil), Sucupira
TTamarindo*, Tamboril, Tipuana*, Turco
UUnha de vaca branca, Unha de vaca roxa *, Urucum vermelho, Uvaia
*  - Atenção: o asterisco ao lado do nome indica que não é espécie brasileira.
** - Espatódia, além de não ser espécie brasileira, é tóxica, chegando a matar beija-flores (dica do internauta André Soares, de Florianópolis, em 2003).

- fonte: Jornal Urtiga 113 - dezembro/1996



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MUDAS NO VIVEIRO DA AIPA

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.

 

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PARA VISITAR A AIPA
O viveiro da AIPA localizado na sede da Associação,
no bairro Varejão, em Itu está temporariamente desativado.

No entanto, a AIPA oferece cursos (um dia, com almoço)
e trilhas ecológicas (meio período ou período integral),
para os interessados.

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